Planejar bem as finanças é essencial para realizar um intercâmbio;



     Realizar um intercâmbio é um dos grandes sonhos da maioria dos estudantes brasileiros. Viajar, conhecer lugares e pessoas novas e ainda aprender uma língua diferente faz com que os jovens se desenvolvam e amadureçam, tanto pessoal como profissionalmente.

     Mas, muitos dos que desejam viajar para estudar fora do país desistem da ideia pelo fator financeiro. Já demos algumas dicas para quem está pensando em investir nisso e hoje nós vamos mostrar que, com um pouco de planejamento e economia, dá para realizar esse sonho. E, caso você já esteja com a passagem comprada, vamos dar dicas para não passar por nenhum aperto econômico longe de casa.

Planejando a viagem
     Se você está apenas pensando em fazer o intercâmbio, o ideal é planejar a viagem com pelo menos um ano de antecedência. Com isso, você terá tempo suficiente para pesquisar e ficar por dentro de todos os detalhes que envolvem o custo de um intercâmbio. O destino, a acomodação, o visto, as passagens e os passeios, tudo isso e mais um pouco vão acabar pesando no seu bolso.
     Caso contrate uma agência, você deverá pagar pelo curso e pela acomodação ainda no Brasil. O valor geralmente é cobrado em dólar e convertido para real pelo câmbio do dia. A vantagem de viajar com a agência é poder parcelar esse valor e ainda evitar burocracias com documentação. A desvantagem é que elas cobram algumas taxas por esse serviço, que você não precisaria pagar caso viajasse por conta própria.
Se for permanecer por mais de 6 meses no destino, opte por países que autorizem o estudante estrangeiro a exercer uma atividade remunerada. Além de enriquecer a experiência, um dinheiro a mais para ajudar com as contas é bastante bem-vindo. O Reino Unido, a Austrália e a Irlanda são alguns desses países.
Na hora de escolher a data da viagem, evite marcar o bilhete no período em que o destino está em alta temporada, que é geralmente nos meses de férias e em fevereiro. Durante esse período, as passagens chegam a ficar cerca de 30% mais caras. Já durante a baixa temporada, além de conseguir descontos, você poderá embarcar com mais tranquilidade. Também inclua no planejamento os custos com documentação, como vistos e passaporte, caso não possua.
Se o estudante decidir por levar um cartão de crédito internacional, fique atento. As taxas cobradas pelas instituições financeiras costumam ser bastante altas e o índice de jovens endividados por descontrole no uso do cartão de crédito também é bem alto, portanto, redobre a atenção. Nesse link você encontra dicas bem úteis para jovens que vão utilizar cartões de crédito pela primeira vez.

Durante o intercâmbio
     A acomodação é outro fator a ser levado em conta na hora de economizar. Ficar em casas de família, por exemplo, costuma ser mais barato, além de incluir café da manhã e jantar. Quem preferir ficar em residência estudantil, por outro lado, paga um pouco mais caro, mas também economiza no transporte, já que os alojamentos costumam ser anexados ou dentro do campus.

     Não esqueça também de adicionar o custo de vida ao planejamento. Compras, refeições extras, passeios e emergências devem ser colocados no papel, imprescindivelmente. Se puder, faça um cálculo do quanto poderá gastar por dia e siga esse planejamento.
Providencie sua carteira internacional de estudante, pois ela dá descontos em visitas culturais e muitas outras atividades de lazer, mesmo fora do país. Em jornais distribuídos próximos a metrôs das grandes cidades é possível pegar dicas de passeios mais baratos.
Adquira um passe de transporte para o mês todo, que inclua os meios pelos quais você precisará, como ônibus, metrô ou ambos.

     Por fim, procure conversar e pegar dicas com quem já fez intercâmbio. A experiência de outra pessoa pode te ajudar bastante na hora de economizar dinheiro e traçar um plano para que não dê nada errado. 

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