Será mesmo egoísmo?

 
Estamos vivendo em uma geração muito teórica, sem muita prática e/ou verdadeiro interesse pela tal. 
     Me parece que a atual contraversão de valores, em que o parecer é incrivelmente mais significante que o "Ser", em todos os sentidos existentes, acaba por nos proporcionar a bizarra psicose de somente observar e propor o que nos cerca. E isso nos institui uma lamentável dificuldade quando se é necessário tomar providencias.
"(...) Nosso conhecimento nos fez críticos, nossa sabedoria, duros e rudes. Nós pensamos muito e sentimos pouco. Mais que maquinário, nós precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, precisamos de bondade e ternura. Sem essas qualidades, a vida será violenta e tudo estará perdido. (...)".
É apavorante, mas nós estamos desenvolvendo uma sociedade cada vez mais egoísta. Com estéticas que se topam e egos que se afrontam, com temor de existir, preferimos a rápida comodidade do ensaio. Ponderamos demais e sentimos de maneira insuficiente e pouco profunda.
O ser humano está se tornando cada vez mais “ser” do que “humano”. No final, a imagem desta nossa atual realidade só deixa aparente o fato de que não temos ausência de amor, mas sim de saber amar.
"As pessoas não são más, elas só estão perdidas. Ainda há tempo."
 

Um comentário:


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